terça-feira, 1 de junho de 2010

Como uma continuação da divagação que fiz aqui há alguns dias, tomo como exemplo de tudo que mais detesto nesse blog a seguinte frase:

"...provavelmente nunca uma passagem confessional foi escrita sem que nela estivesse refletido o orgulho do escritor em ter aberto mão de seu orgulho" (Seymour, uma apresentação, J.D. Salinger)